Finalmente a Jabulani rolou. África do Sul e México fizeram há pouco o jogo de abertura do Mundial. Não foi um grande jogo, muito equilibrio e um empate justo.
Com o apoio de mais de 80 mil pessoas e vuvuzelas, os ânfitriões buscaram fazer uma apresentação que devolvesse todo o carinho de sua torcida.
O jogo começou com os mexicanos em cima, com dois minutos, Giovanni dos Santos, o astro do time, teve a primeira chance da Copa. Melhor em campo, a equipe chegou mais vezes, Franco cabeceou com perigo por duas oportunidades e exigiu boa defesa de Khune em chute na área. Em saída errada dos africanos, Giovanni retomou e de esquerda quase abriu o placar. Vela ainda fez um gol, bem anulado pelo árbitro do Usbequistão.
A seleção da África do Sul começou o jogo nervosa, talvez ansiosa pela estreia, e não representou perigo no início. Nos 15 minutos finais da 1ª etapa, a coisa mudou de figura. Crescendo em campo, o time de Parreira pressionou, mas falhou no último lance. Fim de um primeiro tempo morno, com mais iniciativa e posse de bola do México.
O segundo tempo começou mais equilibrado, bastou aos "Bafana Bafana" perderem a ansiedade inicial para o gol sair. Em contra-ataque rápido, Tshabalala recebeu pela esquerda, invadiu a área e acertou um chutaço no ângulo de Perez, marcando o primeiro tento da Copa do Mundo.
O gol deu um susto nos mexicanos e animou ainda mais os sul-africanos. Modise por duas vezes teve a chance de ampliar e errou o alvo. Nos contra-ataques o perigo era iminente.
Por não garantir a vitória, os africanos acabaram castigados. Guardado levantou na área, ela passou por todo mundo e sobrou limpa para Rafa Márquez empatar e calar as vuvuzelas no Soccer City. Pelo jogo em sim era um resultado justo, mas não pelo segundo tempo que África fazia.
Nos minutos finais, o México continuou tocando muito a bola, sem objetividade. A última chance do jogo foi de Mphela, após chutão do goleiro Khune, ele recebeu livre e acertou a trave, acabando com qualquer chance de vitória dos donos da casa.
Fim de jogo, um bom segundo tempo e resultado até certo ponto justo. Para o México faltou objetividade, apenas Giovanni tentou resover. Para os africanos ficou o gostinho de quase vencer, e a busca pela vitória nos jogos restantes.


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