Mais do que falar do sempre emocionante e intenso campeonato, o papo da vez na Premier League é o racismo. Primeiro foi o caso entre Luis Suárez e Evra. Depois Ferdinand, do QPR e John Terry, do Chelsea. No segundo caso, a repercussão foi tanta que até mesmo custou o emprego do técnico da Seleção Inglesa. Fabio Capello deixou o comando por não concordar com a Federação, que não queria mais Terry como capitão da equipe.
Hoje, Manchester United e Liverpool entraram em campo no Old Trafford para um jogo recheado de polêmica. Após o suposto ato racista de Suárez no jogo do turno, o uruguaio levou uma punição de oito jogos e seu retorno ao time titular foi, justamente contra o United.
Que ele seria vaiado a cada toque na bola, isso era claro. A torcida não perdoaria. Independente do que viesse das arquibancadas, o caso poderia começar a morrer ali no encontro entre Suárez e Evra no momento do cumprimento das equipes.
Ele pode ter se sentido injustiçado, irado ou simplesmente teve uma atitude de extremo idiota, mas a recusa do uruguaio em cumprimentar o francês não jogo a última pá de cal no caso, mas apenas fomenta mais polêmica.
Evra não é santo, longe disso. Claro que houve provocação de ambos os lados. Mas o francês até estendeu a mão para o cumprimento, sendo sumariamente ignorado. Escrevo esse post antes do jogo terminar, ambos podem brigar, serem expulsos ou até protagonizarem novamente uma polêmica.
Mas, a conclusão que se chega é única: a atitude de Suárez foi totalmente desnecessária.
A 'deixada no vácuo', você confere no vídeo abaixo.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
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