Apontada como uma das grandes favoritas ao título mundial, a Espanha havia começado com derrota sua campanha. Nada melhor do que enfrentar na partida seguinte uma seleção muito fraca, podendo assim se recuperar e ganhar mais confiança para a continuação do torneio.
O jogo foi muito tranquilo para a Espanha. Infinitamente superior à Honduras, a seleção europeia não precisou fazer muito esforço para vencer a partida. Podia ter sido muito mais, quem sabe até uma repetição do que Portugal fez mais cedo. Faltou volume e eficiência nas conclusões. Por isso não foi um massacre.
As jogadas principais saíam dos pés de Villa, aberto pelo lado esquerdo. Na primeira tentativa ele errou, mas na segunda o gol saiu. Em linda jogada, livrando-se de três, o atacante marcou um belo gol, inaugurando finalmente o marcador.
O jogo se manteve sob domínio absoluto dos espanhois, tranquilamente a bola chegava ao gol. Torres, uma das grandes esperanças, errou dois gols e não pôde desencantar no Mundial.
O segundo tempo foi igualzinho, domínio espanhol e postura defensiva de Honduras, buscando apenas segurar o adversário e tentar, quem sabe, acertar algum contra-ataque, coisa que não aconteceu.
Aos 6', a Espanha tratou de definir o placar e acabar com qualquer perigo que pudesse aparecer. Villa recebeu e bateu forte, a bola desviou e matou Valladares, 2 x 0.
O jogo seguia e as chances cresciam sempre. Torres, Navas, Sérgio Ramos, Fábregas e Villa, todos com tentativas frustradas. A pior foi com o artilheiro do jogo. Em penalti, ele teve a chance de assumir a artilharia da Copa, mas bateu fora.
Até o fim do jogo foi só passar o tempo. A Espanha poderia ter goleado se forçasse mais, mas diminuiu o ritmo e errou muitos gols. Honduras sequer fez Cassilas sujar o uniforme.
Fim de jogo e mesmo sem o show esperado, os espanhois se recuperaram. Na última rodada, uma vitória simples classifica a seleção. Um empate pode resultar na eliminação.
Honduras não está eliminada, tem chances matemáticas. Só matemáticas.

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